Para ler na rede

Bienal do Livro 2013

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Começou a Bienal do Livro, um dos maiores eventos do mercado editorial brasileiro, com expectativa de receber 600 mil visitantes ao longo de dez dias. Leitor de carteirinha dificilmente se desloca até o Riocentro para enfrentar engarrafamento no caminho e multidões de crianças correndo pelo pavilhão. Em compensação, pode deparar-se com escritores brasileiros e estrangeiros, conseguir autógrafos, assistir palestras. E até comprar um livro.

Algumas sugestões de lançamentos, com presença ou não do autor, e de outras obras que podem ser folheadas ou vistas na Bienal – e nas livrarias – seguem aqui. Na próxima semana, tem mais.

• Uma prova de Amor (Novo Conceito, R$ 29,90), o novo romance de Emily Giffen – que já vendeu mais de 5 milhões de livros no mundo inteiro – conta a história de amor entre um casal bem-sucedido profissionalmente, que não pretendia ter filhos antes do casamento, quando um deles vai mudar de ideia. Os fãs poderão participar de um bate-papo com a autora, neste sábado.

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• Ela disse, ele disse – O namoro (Rocco, R$ 27,50) é fruto do casamento de uma dupla bem-sucedida: a escritora infanto-juvenil Thalita Rebouças e o desenhista Maurício de Souza, que se uniram para contar e ilustrar a história de amor entre o casal de namorados Leo e Rosa. Neste sábado, eles autografam livros e conversam com leitores.

 

• Perdão, Leonard Peacock (Intrínseca, R$ 24,90), de Matthew Quick, também traz um personagem atormentado como o protagonista de O lado bom da vida (Intrínseca, R$ 24,90), seu romance que foi levado para o cinema. Leonard planeja comemorar seu 18º aniversário assassinando um amigo antes de se suicidar, enquanto seu professor de alemão quer dissuadir o menino de seu intento. O escritor conversa com leitores também na tarde deste sábado.

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• Pequenas Delicadezas (Objetiva, R4 39,90), traz uma seleção das melhores colunas de Cheryl Strayed, autora de Livre (Objetiva, R4 39,90), o relato de sua travessia de 1.170 quilômetros entre os estados da Califórnia e Washington, nos Estados Unidos, ao longo de três meses, logo após a morte prematura de sua mãe. Anonimamente, ela trabalhou como conselheira sentimental num site on line.

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• Sal (Intrínseca, R$ 24,90), de Leticia Wierzchowski, conta a saga de uma família que cuida de um farol numa ilha desolada. Cada um dos seis filhos busca seu caminho próprio pelo mundo, sem que consigam, no entanto, se desligarem uns dos outros ou da terra natal. Letícia, autora do romance A Casa das Sete Mulheres, participa de debate e dá autógrafos neste sábado.

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• Vidas Provisórias (Intrínseca, R$ 29,90), de Edney Silvestre, fala dos exilados que deixaram o Brasil na década de 60 por razões políticas, e da perda das referências quando a sobrevivência exige que se abandone a terra natal. O jornalista, que ganhou o Jabuti 2009 com o romance Se eu fechar os olhos agora (Record, R$ 38), também faz palestra e autografa livros neste sábado.

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• Isso é arte? (Zahar, R$ 39,90), de Will Gompetz, conta a história da arte – detendo-se na arte contemporânea -, de forma divertida e leve, tentando desmistificar os conceitos que, muitas vezes, causam estranhamento no público. Neste domingo, ele participa de debate sobre o livro.

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• A bela velhice (Record, R$ 20 ), da antropóloga Miriam Goldenberg, nasceu de uma observação de Simone de Beuvoir, sobre a exclusão invisibilidade dos idosos. À frente de uma pesquisa sobre felicidade e envelhecimento, que já entrevistou 1,7 mil moradores do Rio, visando compreender as diferenças e as semelhanças na forma como homens e mulheres envelhecem, a antropóloga defende a produtividade de quem passa dos 60 anos de idade como uma das maneiras de manter a atividade intelectual e aproveitar a passagem do tempo. A autora participa de debate e dá autógrafos na quarta-feira, dia 3 de setembro.

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• O Corcunda de Notre Dame (Zahar, R$ 39,90), de Victor Hugo, ganha edição ilustrada e comentada, com o requinte que caracteriza a coleção de clássicos da Zahar. O amor de Quasimodo pela bela cigana Esmeralda na Paris do século XV é uma obra-prima da literatura mundial que sempre vale uma leitura, mesmo sem a menor possibilidade de autógrafos pelo autor.

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Sobre Olga

Para alguns, existem deuses e religiões; minha devoção se dirige à literatura. Assim surgiu este blog, um dos milhões que nascem a cada segundo no planeta. Sem pretensões, só para compartilhar um dos prazeres solitários mais subversivos e incompreendidos de que dispomos.
Esse post foi publicado em Arte, Clássicos, Comportamento, Romance e marcado , , , . Guardar link permanente.

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